
Vitória! Vitória!
Vitória! Vitória! Viva, a Vitória! Exerce atração sobre nossa mente, Cega os sentidos por simples avaria De sentimentos, sem vigia: incoerente! Vitória! Teu nome é glória, ufania, Tua língua ferina não cria, só acena, Com as mãos rotas, sujas da tirania, Para a crente que te ergueu e... Condena. Vitória! Gangrena dos poderosos! Abala a confiança, resta o pranto, Nos olhos, retrato do ser lastimoso! Ah! Vitória! Perde-se quando falsa. É caminho inseguro e curto, um rio Nodoso, que afunda uma simples balsa.
Marlene Vieira Aragão
Montagem
E
Formatação
Zezito
Nenhum comentário:
Postar um comentário